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A Secretaria Municipal de Saúde (SEMSA) realizou uma Audiência Pública na Câmara de Vereadores no dia 27 de fevereiro para apresentar os resultados de ações realizadas de setembro a dezembro de 2018. Alguns pontos apresentados pela SEMSA foram o quadro de pessoal, especialidades atendidas pelo Ambulatório, atendimentos realizados na Emergência, transferências e transporte de pacientes, e as especialidades que possuem fila para atendimento.

Na apresentação dos resultados a Secretária de Saúde Vanessa Pintas destacou alguns resultados positivos como o atendimento na emergência e quadro de pessoal. “No ano de 2018 tivemos uma redução significativa dos atendimentos na emergência de Silva Jardim, isso mostra que os serviços ofertados pela nossa atenção básica nas ESFs (Estratégias de Saúde da Família) estão sendo efetivos, desta forma podemos atender com maior agilidade os pacientes em situações de saúde mais complexas e emergenciais, todos ganham com isso. Atualmente temos 41 estabelecimentos para atendimento da população o que demanda um número grande de profissionais, que suprimos em 2018 com aproximadamente 600 profissionais, onde mais de 50% eram servidores efetivos, o que mostra o compromisso da administração pública com o serviço contínuo na saúde de Silva Jardim.” Disse a Secretária.

Outras questões citadas pela Secretária foram as transferências e transporte de pacientes, os atendimentos ambulatoriais e os atendimentos de saúde que possuem fila. “Um dos grandes problemas que enfrentamos é o transporte de paciente, pois sempre surge algum transporte que precisamos realizar na SEMSA e por mais que tenhamos veículos esta demanda sempre será muito grande. Atualmente temos dezenas de especialidades atendidas no ambulatório de Silva Jardim, mas outras especialidades não conseguimos suprir na cidade, e para estas acabam surgindo a demanda reprimida, pois há pacientes para serem atendidos mas não temos como atendê-los de forma imediata, aí estes pacientes entram na fila regional e as vezes até estadual como por exemplo os exames de oftalmologia, ressonância magnética, colonoscopia, audiometria, densitometria óssea, ecocardiograma, endoscopia, dentre outras especialidades que encontramos dificuldade de encontrar vagas para atender. Estamos cientes de todos os problemas na Saúde de Silva Jardim e estamos trabalhando em conjunto para resolver todos na medida do possível, a nossa meta é ampliar a atenção básica para que trabalhemos mais com a prevenção e possamos ter um serviço público de saúde mais eficiente para atender melhor a população.” Concluiu Vanessa Pintas.

A convocação da população para a audiência pública aconteceu em jornal local e circulação de propaganda volante via carro de som nas ruas do município.

 

 

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Aconteceu no dia 28 de fevereiro, um curso de capacitação dos técnicos de enfermagem de Silva Jardim, realizado pela Coordenação de Imunização e Atenção básica, no auditório da saúde. A palestra contou com a participação de 15 técnicos, além da presença da secretária de Saúde Vanessa Pintas.

Uma das organizadoras do curso, Marilete Ancelino, falou sobre a importância da capacitação, para melhor atendimento aos moradores. “A capacitação dos profissionais da saúde é muito importante para que possamos oferecer um serviço com maior qualidade aos moradores de Silva Jardim”. Disse Marilete.

 

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O município de Silva Jardim, recebeu no dia 22 de fevereiro uma ambulância que foi adquirida com recursos do SUS/Ministério da Saúde. A ambulância é do modelo Renault Kangoo 1.6, 0 km, toda equipada para atendimento de pacientes, com ar-condicionado para o motorista e pacientes, o valor do investimento é de aproximadamente R$ 86 mil e atenderá a UPA e PMAM.

A Secretária Municipal de Saúde, Vanessa Pintas, falou da importância da nova ambulância para atendimento da população de Silva Jardim. “Com o recebimento desta ambulância, nós conseguiremos atender a população, principalmente os pacientes da Unidade de Pronto atendimento e (UPA) e PMAM (Policlínica Agnaldo Moraes). Então, esta unidade móvel será de grande importância para todos nós, pois é uma ambulância bem equipada para situações de emergência. ” Disse a Secretária.

 

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Com o intuito de incentivar a troca de experiências, o fortalecimento de vínculos, promover a reabilitação psicossocial e a geração de renda a Secretaria de Saúde e Assistência Social (SEMSA), através da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), inaugurou no dia 23 de janeiro o “Brechó do CAPS”. O projeto é realizado através da oficina terapêutica do CAPS e conta com a participação dos usuários e apoio da equipe técnica.

Peças como roupas, calçados, bolsas, bijuterias foram doadas pelos funcionários e amigos do CAPS e podem ser adquiridas por valores que variam de R$ 0,50 a R$ 10. O Brechó do CAPS funcionará inicialmente toda quarta-feira das 09h00 às 16h00. Os lucros das vendas serão compartilhados entre os usuários do CAPS.

 

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Na semana que marca o “Dia Mundial de Combate à Hanseníase”, que é celebrado no último domingo de janeiro, a Secretaria Municipal de Saúde e Assistência Social (SEMSA), tem realizado várias palestras de conscientização contra a hanseníase nas unidades básicas de saúde de Silva Jardim. As palestras já aconteceram nas unidades de Fazenda Brasil, Coqueiro, Centro, Cidade Nova e Biquinha e acontecerá ainda nas unidades da Varginha, Imbaú e Caxito.

 

Hanseníase ou lepra, nome pelo qual a enfermidade era conhecida no passado, é uma doença infectocontagiosa causada pela bactéria Mycobacterium leprae, ou bacilo de Hansen, em homenagem a seu descobridor. É provável que a transmissão se dê pelas secreções das vias aéreas superiores e por gotículas de saliva. Embora seja uma doença basicamente cutânea, pode afetar os nervos periféricos, os olhos e, eventualmente, alguns outros órgãos. O período de incubação pode durar de seis meses a seis anos.

A doença pode apresentar principalmente quatro formas clínicas: indeterminada, borderline ou dimorfa, tuberculoide e virchowiana. Em termos terapêuticos, somente dois tipos são considerados: paucibacilar (com poucos bacilos) e multibacilar (com muitos bacilos).

SINTOMAS
Manchas na pele de cor parda, esbranquiçadas ou eritematosas, às vezes pouco visíveis e com limites imprecisos;
Alteração da temperatura no local afetado pelas manchas;
Comprometimento dos nervos periféricos;
Dormência em algumas regiões do corpo causada pelo comprometimento da enervação. A perda da sensibilidade local pode levar a feridas e à perda dos dedos ou de outras partes do organismo;
Aparecimento de caroços ou inchaço nas partes mais frias do corpo, como orelhas, mãos e cotovelos;
A hanseníase pode causar alteração da musculatura esquelética, principalmente a das mãos, o que resulta nas chamadas “mãos de garra”;
Infiltrações na face que caracterizam a face leonina característica da forma virchowiana da doença.

TRATAMENTO
Ambos os tipos de hanseníase (paucibacilar e multibacilar) são tratados com o antibiótico rifampicina, durante seis meses no tipo paucibacilar e um ano no tipo multibacilar. A medicação é fornecida gratuitamente pelo Ministério da Saúde e administrada em doses vigiadas nas Unidades Básicas de Saúde sob a supervisão de médicos ou enfermeiros de acordo com normas da OMS.
A rifampicina elimina 90% dos bacilos. Por isso, é necessário complementar o tratamento com outra droga (DDS), que pode ser tomada em casa diariamente, até o final do tratamento.
Nos casos multibacilares, esse tratamento é acrescido de uma dose diária e de outra vigiada de clofazimina.

RECOMENDAÇÕES
Não desista do tratamento, que é longo, mas eficaz se não for interrompido. A primeira dose do medicamento é quase uma garantia de que a doença não será mais transmitida;
Convença os familiares e pessoas próximas ao doente a procurarem uma Unidade Básica de Saúde para avaliação, quando for diagnosticado um caso de hanseníase na família;
Não fuja dos portadores de hanseníase, uma doença estigmatizante, mas que tem cura, desde que devidamente tratada.

 

 

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